quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sócrates e a sabedoria - Por Estevão Sousa


A Biografia de Sócrates

Sócrates nasceu em Atenas provavelmente no ano de 469 ou 470 A.C, ele era filho de Sofronisco, um escultor, e de Fenareta,  uma parteira.  Como cidadão ateniense, Sócrates recebeu uma educação dentro dos padrões de Atenas, ou seja, aprendeu música, ginastica, matemática, gramatica, etc. Em sua juventude Sócrates possivelmente exerceu a profissão paterna, tendo, posteriormente, participado como combatente na guerra de Peloponeso com bravura e grande capacidade física durante o combate militar.
Durante sua vida adulta, Sócrates levava uma vida simples, era casado com Xantipa e tinha três filhos, porém, a partir do momento em que se torna de fato um filósofo passa a ter discípulos, mais especificamente os mais jovens, e inimigos, as pessoas mais velhas e que se sentiam ameaçados com a “denuncia” que ele fazia. O fato de Sócrates ter virado uma personalidade em Atenas não significava que ele passou a ter uma vida luxuosa, pelo contrário, Sócrates andava pelas ruas de Atenas como uma espécie de mendigo e, devido a falta de tempo para exercer alguma atividade remunerada, Sócrates mal tinha recursos para subsistência.
Após ser amplamente perseguido, no ano de 399 a.C, Sócrates é acusado de corromper os jovens e introduzir outros deuses com suas teorias. Em sua defesa, Sócrates não se defende, mas diz-se injustiçado e clama para que seja penalizado pois não pretende desobedecer as leis da cidade de Atenas. O filósofo Ateniense não deixou nenhum escrito sobre suas teorias, pois ele acreditava que a filosofia deveria ser um modo de viver e não um sistema de ensinamento devidamente estruturado e registrado, contudo, seus discípulos se preocuparam em registrar sua filosofia, sobretudo Platão, que é tido como a referência mais fiel a filosofia de Sócrates.

Influências na filosofia de Sócrates

O pensamento de Sócrates representa um eixo na história da filosofia ocidental, ou seja, na história da filosofia existem filósofos “pré-socráticos” e filósofos “a partir de Sócrates”. Mas que característica faz com que a filosofia socrática seja considerada um eixo para a história da filosofia e quais foram as influências teóricas que levaram Sócrates a mudar os rumos da reflexão filosófica? Para entender essa ruptura que o filósofo instala no pensamento filosófico é preciso considerar três influências no pensamento de Sócrates: As concepções dos filósofos pré-socráticos, a cidade de Atenas (mais precisamente sua política) e, por fim, a influência dos Sofistas

1.       Os pré-socráticos

As teorias filosóficas anteriores a Sócrates procuravam buscar um princípio elementar que justificasse a existência das coisas da realidade que nos cerca, os teóricos desse período eram os chamados physiologos, ou seja, investigadores da natureza. O próprio termo “natureza” dentro dessa realidade dos filósofos pré-socráticos tem um sentido diferente do sentido que geralmente costumamos dar a essa palavra, para o grego a palavra “physys” compreende não só a natureza (reino vegetal, animal e mineral), mas, absolutamente toda a realidade que nos cerca, natureza para o grego é basicamente tudo o que existe tudo aquilo que “é”. Devido ao fato de que a natureza se comporta de maneira pouco uniforme e que cada homem tem uma impressão muito particular acerca da realidade, conclui-se a partir das teorias dos filósofos da natureza que não há como definir as coisas de uma maneira absoluta e final. Quando Sócrates inicia seu trabalho intelectual ele abandona o problema da origem das coisas na realidade e foca seu discurso filosófico no homem, mais precisamente, na alma do homem. Esse “trabalho filosófico” de investigação do intelecto humano nada mais é do que a missão que Sócrates deu a si mesmo: “Sair à procura daquilo que é o verdadeiro conhecimento”, porém, diferente dos filósofos da natureza, o filósofo ateniense deseja um conhecimento determinado, sem variações de impressão e estável.

2.       A cidade de Atenas

O momento em que Sócrates viveu foi marcado pela fase mais brilhante da civilização grega, o “século de Péricles”, a arquitetura da cidade de Atenas confundia-se com a paisagem natural, porém, o que fazia de Atenas o centro do mundo helênico era o fato de que a cidade era o maior centro econômico, politico, intelectual e cultural, onde viviam grandes pensadores de diversas áreas do saber que tinham sua estadia na cidade estimulada pelo próprio Péricles, ou seja, Atenas era uma cidade de “especialistas”. Nesse mesmo período era praticado em Atenas o primeiro regime democrático conhecido da história da humanidade. A democracia Ateniense era marcada pelas “Assembléias Populares”, onde os reconhecidos cidadãos tomavam importantes decisões sobre os rumos da cidade e também discutiam a criação de leis para a mesma. É por conta do regime democrático de Atenas que surge a preocupação com a formação do individuo, pois sem a educação específica e a técnica da oratória não seria possível ao cidadão decidir com virtude os rumos da cidade.  Sócrates, no entanto, parecia incomodar-se com as convicções que os gregos tinham a respeito de si mesmos, ele não acreditava que esta maneira de pensar fosse fazer a cidade progredir, pois o excesso de crença nos “especialistas” não abria margem para discussão e, consequentemente, não havia perspectiva de progresso ou avanço.

3.       Os sofistas

Dentro desta dinâmica de formação é que surge a figura do Sofista que, junto aos demais “especialistas” que viviam em Atenas, criavam determinados “padrões” para a educação e formação do cidadão. Os sofistas eram uma espécie de professores que ensinavam oratória e cobravam valores altíssimos pela prestação de seus serviços. O trabalho dos sofistas era muito valorizado e isso fazia com eles fossem disputados principalmente por políticos, comerciantes que se preocupavam em ter um bom desempenho nas assembleias e, assim, manter sua hegemonia econômica e social.
Os sofistas afirmavam uma posição totalmente contrária a filosofia pois acreditavam que não era possível ter o conhecimento “daquilo que é”, para eles, o mundo consistia nas opiniões que os homens eram capazes de produzir a respeito do mundo, mais precisamente da sociedade na qual estão inseridos. Assumindo essa postura com relação ao conhecimento os sofistas diziam que é necessário dominar a linguagem, pois através dela seria possível manipular as pessoas e as relações de modo que o bom orador sempre obtivesse benefícios com isso.
É evidente que Sócrates procurou conhecer a teoria dos sofistas assim como a dos pré-socráticos, porém, com relação aos sofistas Sócrates era ainda mais crítico. Segundo o filósofo ateniense os filósofos da natureza erraram por querer entender o que só os deuses podiam compreender já os sofistas, cometiam um desvio de caráter ao pretender usar joguetes de palavras para conseguir distorcer a realidade favorecendo interesses particulares.

A “Missão de Sócrates”

Ao contrário do que se possa imaginar a entrada de Sócrates na filosofia não se deu gradualmente após anos de estudo, ela foi “da noite do para o dia”. Segundo o texto “Apologia de Sócrates”, livro escrito por Platão, discípulo de Sócrates, nos trechos 20c à 24b, a origem dessa missão a qual Sócrates irá empenhar-se até sua morte deu-se a partir de uma revelação proferida pelo Oráculo de Delfos. Numa consulta ao oráculo, Querefonte, amigo de Sócrates, perguntou quem era o homem mais sábio da terra e a resposta foi que Sócrates era o homem mais sábio. Ao receber tal noticia, Sócrates fica intrigado imaginando o sentido dessa revelação e o peso que é ser, como declara o próprio deus, o homem mais sábio da terra. Apesar de ser um cidadão envolvido com a política de sua cidade preservar os costumes e tradições da religião grega, ele considerava-se uma pessoa comum com nenhuma habilidade ou capacidade especial que o destacasse no círculo social de Atenas, sua vida era humilde e privada de grades riquezas ou de ostentação intelectual.
A tentativa de interpretar a revelação do oráculo deixa Sócrates profundamente consternado, pois sua única certeza era a consciência de que não tinha conhecimento de nada. Após um profundo momento de reflexão Sócrates chega a conclusão de que se o oráculo de Delfos afirmou que ele era o homem mais sábio e ele tinha certeza de que não sabia de nada, então, todo suposto conhecimento que Sócrates julgava não possuir era infundado, contudo, embora o oráculo de Delfos não mentisse era necessário uma constatação daquela verdade, uma constatação “por si mesmo”, algo que pudesse ser “experimentado” ao invés de simplesmente “aceitado”, e é nesse momento que Sócrates resolve colocar em teste toda a dita sabedoria que poderia ser encontrada na cidade de Atenas com a finalidade de conferir a verdade do oráculo, começa então, a “missão de Sócrates”, que consistirá em investigar entre os “especialistas” de Atenas se sua sabedora é de fato real ou, se o oráculo tem razão e ninguém além do homem que reconhece que nada sabe, possui a verdadeira essência da sabedoria.
 É comum em qualquer sociedade democrática que o cidadão escolha aquele candidato que lhe pareça o mais apto para praticar justiça através do poder a da autoridade que lhe será conferida, contudo, será que apenas o julgamento particular de um cidadão é suficiente para saber se o candidato saberá agir com justiça na administração pública?  Será que falar bem é um indicio de sabedoria para o comando de uma sociedade? Os políticos de Atenas, assim como na maioria dos países em que se pratica a democracia atualmente, eram eleitos através de voto popular, e o povo ateniense levava a sério a decisão das assembleias, julgava-se que quando alguém fosse colocado no poder por conta das decisões das assembleias era por que esta pessoa realmente seria a mais sábia para governar. Sócrates resolveu testar o oráculo investigando se os políticos de Atenas não seriam homens mais sábios do que ele. Nas conversas com os políticos Sócrates pede que os políticos definissem princípios básicos da sabedoria de um político como, por exemplo, a justiça. As respostas dadas pelos políticos eram embaraçosas para eles mesmos e isso lhes gerava um grande constrangimento, pois mostravam inaptos para o trabalho político. Quando Sócrates percebe que os políticos não possuem sabedoria alguma imediatamente põe-se a alerta-los de que sua sabedoria na realidade é um grande engano e, sendo eles desprovidos de tal sabedoria, toda cidade estaria comprometida com suas decisões. O resultado dessa conversa com os políticos é uma coleção de inimigos. É interessante como a pratica de Sócrates nos faz refletir sobre a política, sobre como parece que o que Sócrates fez em Atenas não foi uma reflexão isolada. Em muitas sociedades as pessoas que ocupam cargos públicos nem sempre tem experiência para desempenhar suas funções e, quando isso acontece, o resultado é desastroso: dinheiro mal aplicado, empreendimentos mal planejados, custos desnecessários, corrupção, etc. Um político sem sabedoria é sempre danoso e o prejuízo é sempre, em ultima instância, estendido todos os cidadãos.
Outra figura analisada por Sócrates é o poeta. Um fator muito importante a ser destacado diz respeito ao fato de que os poetas eram, assim como as pitonisas do oráculo de Delfos, importantes personagens da religião grega, pois se acreditava que eles eram “inspirados” pelas musas do Olimpo a falarem sobre tudo o que há de mais belo, eles representavam nada menos do que um meio pelo qual os deuses mostravam aos homens não apenas suas histórias mas, sobretudo, seus próprios atributos e beleza divinos. É possível observar religião em absolutamente todas as civilizações e, ao falar em religião, imediatamente estamos falando sobre autoridades religiosas: sacerdotes, bispos, pagés, etc. A autoridade religiosa é uma autoridade por que se julga que eles estejam tão próximos do divino a ponto de reproduzir em nossa realidade tudo aquilo que é a “vontade” do divino. Porém é possível afirmar que uma pessoa que tenha contato com o que é divino é capaz de praticar aquilo do qual ela tem contato? Ora, se a autoridade religiosa é capaz de expressar o que há de mais sublime, então, ninguém tem tanta sabedoria sobre os elementos religiosos como beatitude, amor, virtude, etc.  Ao abordar o poeta, Sócrates admite que eles falavam de coisas muito belas, porém, sua suposta sabedoria não saía do plano da fala e da escrita. Não havia no “oficio” poético nenhum tipo de conhecimento real do que se estava falando, nada do que o poeta dizia era “sabido” por ele. Para entendermos melhor a colocação feita por Sócrates tomemos como exemplo o mais célebre poema do mundo grego, a Ilíada, nele encontramos a narrativa da guerra entre gregos e troianos movida pela paixão de Pares e Helena. Homero fala inspirado pelas musas sobre coisas bem curiosas como técnicas de construção naval, confecção de armamento, técnicas de guerra, porém, o próprio Homéro não era Engenheiro Naval, fabricante de espadas ou General de exército, ele era apenas um escritor, um poeta.  Quando Sócrates pede que os poetas falem sobre sua sabedoria de modo a especificar com detalhes as técnicas e até mesmo os sentimentos dos quais escrevem os poetas acabam por não saber falar ou fazer nada daquilo que escrevem e declamam e, mais uma vez Sócrates desconstrói as certezas de mais uma importante figura da sociedade ateniense arrumando para si mais uma porção de inimizades.
Como já vimos até aqui, Atenas assim como as grandes cidades era bastante setorizada, já falamos sobre políticos e artistas e vimos como Sócrates desconstrói a imagem que esses personagens criaram para si mesmo e provou até então que o oráculo estava correto. Contudo, ainda não mencionamos a classe mais numerosa da cidade de Atenas, a dos artesãos. Pensemos no artesão de Atenas como um trabalhador das cidades contemporâneas, ora, para ser trabalhador é necessário possuir o conhecimento técnico daquilo que se faz, por exemplo, para ser engenheiro é necessário conhecer a matemática, física de modo que tais conhecimentos se apliquem ao oficio do engenheiro a ponto de ele definir quais serão os materiais e as técnicas usadas para construir uma casa ou uma ponte sem que elas percam a sustentação e desabem. Do mesmo modo, para ser carpinteiro é necessário ter conhecimento técnico dos tipos de madeira adequados para se fazer objetos de modo que eles atendam a finalidade para o qual foram criados. Mas será que o Engenheiro ou o Carpinteiro conseguiriam administrar uma cidade tendo a sua disposição apenas o conhecimento das atividades que exercem? Em Atenas os artesãos eram o sapateiro, o carpinteiro, e até o médico, este ultimo porque seu conhecimento a respeito da saúde também era considerado uma técnica.  Sócrates admira o fato de o artesão possuir o domínio de uma técnica e fazer bom uso dela, contudo, ele verifica que com relação a outras instâncias da vida social o artesão é leigo e não tem consciência da deficiência que possui nestes demais setores da vida social. Imagine como é quando o sapateiro vai à assembleia popular para decidir os destinos da cidade, será que seu conhecimento em fabricar sapatos poderá ajudar-lhe a agir com justiça naquilo que será decidido na assembleia? Será que esse conhecimento em fabricar sapatos pode estender-se a outros saberes como, por exemplo, a medicina? É evidente que a resposta para ambas às perguntas será não, ou seja, por ter um conhecimento que é especifico e imaginar que a partir dele possa ter decisões em outras áreas, o artesão comete o mesmo erro que o poeta: fala sobre o que não sabe. Ao serem questionados sobre questões da vida em sociedade, os artesãos tomavam como ponto de vista o conhecimento que tinham e sempre relacionavam uma decisão certa com  aquilo que fosse mais próximo de suas próprias convicções. Ao ter seu conhecimento denunciado como particular e ingênuo, os artesãos também passaram a não gostar da presença de Sócrates na cidade de Atenas.
Sócrates foi o filho pródigo de Atenas, recusou aceitar sua soberba sem deixar de respeitar sua soberania. Com certeza o filósofo interrogou muitas pessoas agregando discípulo que, impressionados com sua capacidade de fazê-los enxergar sua condição de ignorância, passavam a segui-lo fielmente para ouvir seus ensinamentos e, inimigos que tinham sua ignorância trazida as claras e temiam perder seu status social. Contudo, o texto apologia de Sócrates nos faz pensar além das amizades ou inimizades que Sócrates possa ter conquistado, este texto escrito por Platão nos faz pensar a respeito daquilo que é a sabedoria. Sócrates empenhou-se em “ser sábio por si mesmo”, isso significa que ele não aceitou como “pronto” e “acabado” o conhecimento que havia em Atenas, ele decidiu investigar o conhecimento em sua ultima instância e acabou por provar que o conhecimento dos especialistas era infundado e isso apresentava um sério risco para a sociedade como um  todo. Além da questão política podemos ainda refletir sobre como Sócrates influenciou na filosofia e nas ciências de um  modo geral por inspirar um posicionamento que não admite “pontos finais”, ele criou um movimento constante a incessante em busca do conhecimento. Essa dinâmica da missão socrática retira do discurso filosófico as convicções e as certezas, e instala o culto a dúvida, ou seja, não são é mais a resposta de algo que interessa, mas a busca por esse algo. Quando se sabe sobre alguma coisa não é mais necessário procurar nada sobre ela, porém, quando a dúvida é a essência do saber a filosofia toma seu devido espaço e não aceita o “ponto final”, mas, engendra um processo dinâmico inacabável que não procura sempre mais do que aquilo que já possui. Aquilo que a missão de Sócrates trouxe para a humanidade foi muito mais do que livros na estante de filosofia, seu método, percorreu a história e iniciou não só uma nova concepção filosófica totalmente diferente da que vinha sendo praticada, mas também, um movimento intelectual que causará uma profunda influência na ciência nos diversos setores do saber humano.

Bibliografia:

Platão, 428 ou 7-348 ou 7 a.C
Defesa de Sócrates/ Platão. Seleção de textos de José Américo Motta; tradução de Jaime Bruna – Coleção Os Pensadores – 2.ed. – São Paulo: Abril Cultural, 1980.
REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da Filosofia:filosofia pagã antiga, v.1.  4ª ed. São Paulo: Paulus, 1997. 
Arendt, Hannah, A promessa da política/ Hannah Arendt; organização e introdução de Jerome Kohn; tradução Pedro Jorgensen Jr. – 3ªed. – Rio de Janeiro: DIFEL, 2010.
Imagens:
maurodesouza.melhorguiabrasil.com.br
turismogrecia.info
cinemamegashow.com.br




Atividade:

1.       Como vimos, Sócrates foi o filósofo acusador da falsa sabedoria. Seus questionamentos sempre usavam a ironia como instrumento para desmascarar personagens ilustres e mostrar como não tinham a sabedoria que julgavam ter. Hoje não temos Sócrates para desmascarar alguns falsos sábios, contudo, instrumentos como a mídia, redes sociais, jornais, revistas etc, usam diversos artifícios para “ironizar” algumas figuras da sociedade, um desses instrumentos são as famosas “charges”, ou, simplesmente “tirinhas”. O método é simples, em uma estrutura de 3 à 6 quadros  o cartunista cria uma situação engraçada que, na maioria das vezes tem um cunho político ou social sendo retratado. Agora você terá que ser um “cartunista socrático” e criar uma situação em que Sócrates esteja dialogando com algum personagem histórico ou até mesmo do nosso tempo e fazer com que a “falta” de sabedoria do personagem escolhido seja evidenciada através da ironia Socrática.



1 comentários:

Rosemeire Rocha disse...

Amei , vou defender o tema " O saber, influencia o caráter e o comportamento do homem ? " E esse artigo me ajudou muitoooo, obrigadaa

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